06 junho 2016

🌸 Propostas sobre a Tradução e Organização do Journey into the Supreme Light II, em Dezembro & outros cursos / vivências em Shambala na Oneness University 🌸

"Fazer centenas de amigos não é um milagre. O milagre é fazer um único amigo que vai ficar ao seu lado... mesmos quando centenas estiverem contra você."

Queridos, há alguns meses venho recebendo grandes doses de clareza daquilo que é bom ou não nas minhas relações, e também nas diversas atividades que executo na Oneness.

Isso é fruto da imensa e profunda transformação vivida no Oneness Partners II, em Setembro passado. Desde então, posso dizer que eu morri e renasci (diferente) algumas vezes; e isso está só se acelerando e aprofundando a cada semana que passa...

Estou fazendo e sendo impelida a fazer uma revisão e reposicionamento em tudo na minha vida. E como minha vida é a Oneness, isso tem girado totalmente em torno das relações e das atividades conectadas à Oneness University.

E, à medida que essa clareza vai crescendo e se estabelecendo, algumas coisas têm se transformado drasticamente. E decisões importantes têm sido tomadas, sem muita ou com nenhuma relutância.

Isso afeta também o trabalho de organização de grupos... Então aqui vão algumas decisões e novas formas de me dispor nas relações e atividades, e peço que pesem com carinho cada palavra que vão ler. (Continua...)

🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹

As relações têm sido foco principal de muito conflito e limpeza. E muitas revisões surgem daí. Uma das coisas que ficaram claras como água para mim é: só consigo trabalhar junto com quem me alinho e tenho sintonia. Isso significa ter afinidade na forma de pensar e de agir.

Não posso trabalhar junto com quem pensa diferente de meus valores centrais, de outro modo será sofrimento para todos.

Antes que questionem, esclareço que estou desconsiderando os conceitos 'românticos' de que unidade seja 'estar juntos a todo custo', ou estar juntos 'doa a quem doer'.

Unidade é estar junto sim, mas não misturados numa massa de elementos que, diga se de passagem, muitas vezes por nada se misturam e jamais poderão misturar, como água e óleo, pelo simples e óbvio fato de que são elementos com naturezas diferentes.

Honestamente não pretendo me forçar a conviver com relações onde não exista um mínimo de afinidades. E isso inclui, principalmente, as relações de trabalho - que já têm um desgaste inerente, pelo enfoque dessas interações ter prazo, dinheiro & divisão de responsabilidades envolvidos.

Mas então como ser tradurora de grupos e não me relacionar com certos organizadores?

Simples... nos tornando elementos independentes, mas ainda assim interdependentes, de uma mesma empreitada/objetivo que é: Um grupo de Brasileiros na Oneness para um curso ou vivência em Shambala. Os elementos são:

✨Participantes
✨Organizadores
✨Tradutores

Cada um no seu papel, e interagindo em prol de um objetivo comum: o grupo de brasileiros fazendo um curso ou vivência de Shambala na Oneness.

E como isso se daria?

* A organização disponibiliza uma data para ir.

* Os Participantes se disponibilizam para ir.

* Os tradutores que puderem estar disponíveis se apresentam e se disponibilizam para ir.

* Os participantes pagam a organização

* Os participantes definem/escolhem o tradutor

* Os participantes pagam ao tradutor em separado da organização.

🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹

Ser tradutor não significa estar subordinado e dependente dos organizadores. O tradutor fica sim subordinado, mas ao Grupo que o contratou.

Os tradutores ganham assim independência para tomarem suas decisões de quando querem ou podem ir à Oneness.

A decisao de que tradutor ir para a Oneness sai da responsabilidade dos organizadores e recai em quem irá usufruir e pagar pelo trabalho: o Grupo.

E por outro lado, os organizadores não precisam mais se responsabilizar pelo tradutor: passagem, custos, etc, tudo seria cuidado pelo próprio tradutor. E se a tradução for boa

E então os participantes dos grupos, e não os organizadores, decidem pelo tradutor que preferem ter em seu curso ou vivência.

Como se daria a escolha? Via votação, formulário online, todas as ferramentas que temos visto. E isso incluiria algumas regras para possibilitar chances e crescimento e desenvolvimento de novos tradutores.

🌸🌸🌸
Eu posso estar sonhando, vendo o futuro e não ser possível ainda agora; mas foi isso que veio como solução para o meu momento, e que fica também transparente e positiva para todos.

🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹

Estou desde já me colocando à disposição para fazer o trabalho da Tradução do Journey into the Supreme Light II, de Dezembro.

E estarei INDEPENDENTE da organização, seja ela qual for.

O valor estabelecido para cada participante pagar pela tradução do Journey em 2016 foi estabelecido pela Oneness no ano passado (podem consultar comigo por email)

Os participantes poderão me pagar aqui no Brasil, via transferência bancária
E isso viabilizará minha passagem e estadia do GC3.

Se houver outro tradutor disponível, vamos decidir por votação dos participantes quem irá fazer o trabalho. E assim todo mundo fica feliz.

É isso queridos.

Como podem ver, estou encontrando aqui milhões de novos meios de fazermos as mesmas coisas, só que com muito mais alegria e independência; e em total sintonia com o que podemos ou não aceitar e com as relações que são ou não nutridoras para cada um. E mantendo o mesmo objetivo principal :

AJUDAR A LEVAR CADA VEZ MAIS GENTE PARA A ONENESS. ❤️❤️❤️

Gratidão por terem lido
Sua irmã em fase de criação
Narayani ❤️❤️❤️

Perdão cortei uma parte... se a tradução não for boa, isso não recairá na responsabilidade da organização. E seriam os próprios participantes que deveriam então buscar uma melhora do desempenho do tradutor escolhido por eles...🙏🙏🙏

Nenhum comentário: